Oliveira (Azeite), uso culinário

A Oliveira, mais especificamente, o seu óleo, Azeite de Oliva, são ambos de uma riqueza gastronômica incomparável. O Azeite, é a gordura natural, mais saudável que existe, aconselhável, sempre que possível o ‘Azeite Virgem’ não só pelo excepcional sabor, mas também pelos efeitos benéficos para a saúde, pois faz baixar o mau colesterol. Sem ele não se faz uma verdadeira maionese, mas também em refogados ou ‘in natura’ (cru), em saladas, em ‘vinagretes’ ou para dar sabor a uns simples legumes cozidos. É também um ingrediente quase sempre presente, nas ‘1001’ receitas que os portugueses criaram, de como confeccionar  o famoso Bacalhau, note-se que as ‘1001’ estão entre comas, pois é de todo impossível determinar o numero de receitas de bacalhau existentes e ‘todos os dias’ surgem novas receitas ou ‘re-invenções’ das receitas tradicionais.
 

Oliveira, uso na beleza

A Oliveira, no que à beleza diz respeito, tanto podemos usar o Azeite em produtos para nutrir a amaciar peles rachadas e ressecadas, cotovelos e joelhos ásperos, mãos e pés. É usado também em cremes, sabonetes e cosméticos para amaciar e hidratar cabelos secos, para tratar as unhas e cutículas e para embelezar a pele. Pode usar também na sua forma natural como óleo hidratante e de massagem, pode-lhe parecer estranho, mas a sua pele vai lhe agradecer.
as suas folhas, fazem um excelente chá para emagrecer, com apenas umas quinze a vinte folhas por litro de água, que pode ir bebendo ao longo do dia, pode juntar uma casca de limão ou de maçã para aromatizar.
 
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Nabo, a planta

O Nabo, é uma planta utilizada pelo homem desde à milénios, de nome científico “Brassica rapa L. – Brassicaceae (Cruciferae)”, não se sabe bem ao certo a verdadeira origem do Nabo, mas acredita-se que ele provém da Rússia, mais especificamente da Sibéria. Antes da difusão da batata, ele era muito importante para os povos antigos, que o utilizavam como um dos principais alimentos do dia-a-dia. Hoje em dia ainda continua a ter um lugar importante, é comum em várias regiões, darem Nabos ao gado durante a fase de aleitamento das crias.

Nabo, descrição botânica

O Nabo, é uma planta de porte herbáceo que pode atingir até cerca de meio metro de altura, com as suas folhas cobertas por uma espécie de ‘penugem’. As suas flores possuem quatro pétalas amarelas dispostas em forma de cruz. As raízes,  podem ser compridas ou redondas, de cor branca ou amarela. Todas as partes da planta são comestíveis, as folhas enquanto ainda jovens, as raízes (o Nabo propriamente dito) antes da fase de floração da planta, depois disso ficam muito fibrosos e mais amargos e as flores antes de abrirem, chamados de ‘Grelos’.

Nabo, colheita

O Nabo, deve ser colhido de formas distintas, conforme a parte da planta e a fase de crescimento, para conseguir o máximo proveito da planta. Sendo que as seguinte regras devem ser observadas:
Na fase de crescimento, podem se colher as folhas exteriores, nunca as centrais, pois iria terminar com o crescimento da planta.
A Raiz ou o Nabo, propriamente dito, sempre antes do inicio  da floração, normalmente entre 50 a 60 dias após a sementeira, pois após isso, são muito fibrosos, nesta fase também se podem consumir as folhas.
As Flores ou ‘Grelos’, ainda jovens, antes que as flores comecem a abrir, para que sejam tenros e não demasiadamente amargos.

Erva-mate, curiosidade

A erva-mate propaga-se através de um dos mais requintados recursos da natureza, os seus frutos servem de alimento para várias espécies de pássaros que, após digeri-los, devolvem à terra as sementes envolvidas em seus dejetos. Esta forma de difusão das sementes da planta é conhecida como “ornitócora” e é  sem dúvida alguma, uma das razões para que a erva-mate continue brotando e frutificando e o principal motivo, pelo qual, a planta continua mantendo uma forte presença como planta espontânea e endêmica, por uma região tão vasta, como o Sul do Brasil, Norte da Argentina e algumas regiões do Paraguai

Erva-mate, uso culinário

A Erva-mate, é uma planta tão difundida e utilizada que lhe têm sido atribuídos variadíssimos outros nomes populares, que variam consoante a região e que vão desde chá argentino, chá das missões, chá do Brasil, chá do paraguai, chá dos jesuítas, chá mate, congonha, congonha das missões, congonheira, erva, mate, mate do paraguai, mate legítimo, mate verdadeiro.
A Erva-mate, verde ou tostada é usada na preparação de chás, que podem ser tomados quentes, frios ou gelados. É o ingrediente principal do chimarrão, bebida típica da região sul do Brasil, bem com de algumas regiões da Argentina.

Erva-mate, uso na beleza

A Erva-mate, é uma planta com algumas propriedades terapêuticas, entre as quais é considerada como sendo digestiva, diurética, estimulante, excitante, laxante, sudorífica e tonificante.
Quando tomada como o chá ou até mesmo num chimarrão, ela diminui a sede e a fome e é utilizado como coadjuvante em dietas de emagrecimento, dizem que auxilia também no combate à ansiedade, quanto a esta ultima tenho algumas duvidas pelo fato de ela ser estimulante e excitante, mas existem outros casos, como o tabaco e o café, que funcionam como inibidores do apetite e que por esse motivo evitam, que quem os consome tente combater a ansiedade através da comida.

Erva-mate, tratar depressões nervosas

A Erva-mate, pelas propriedades medicinais que possui pode ser utilizada e atua para combater casos de neurastenia e casos de depressões nervosas e sendo excitante e estimulante, pode fazer o mesmo que os anti depressivos químicos que atuam ao mesmo nível. Mas as suas propriedades não se ficam por ai pois a Erva-mate também favorece a diurese, facilita a digestão, tem uma ação profilática contra gripe, resfriados, febres e inflamações e pode ser ainda usada para tratamento de constipação, de úlceras e de reumatismo.

Pepino, curiosidade

O Pepino, assim como, outras variedades da familia das ‘cucurbitáceas’, os hebreus (atuais israelitas) chamavam de “pikkes” e quer por uma questão de gosto, mas também para que o tivessem disponível durante todo o ano, gostavam de comer o pepino em conserva (tradicionalmente feita com vinagre e sal) e é daí que se acredita que derivou o nome “picles” ou “pickles”, usado hoje para se referir a qualquer tipo de conserva de legumes, que encontramos disponíveis em todos os tipos de variedades e em qualquer local.