Rúcula, no mundo

A Rúcula de nome científico “Eruca sativa Mill. – Brassicaceae (Cruciferae)”, sendo uma planta nativa da bacia mediterrânea, do Sul da Europa e do médio oriente, Atualmente, para além de ser ainda muito cultivada na região da Europa Meridional, assim como no Egito e no Sudão. Os indianos cultivam a Rúcula para obter o óleo das suas sementes. Atualmente, no Brasil ela se encontra com facilidade um pouco por todo o país. Utilizada com várias finalidades, é o seu uso culinário e também medicinal que a tornaram numa planta tão popular.

Rucula, descrição botânica

A Rúcula, é uma planta de porte herbáceo, de ciclo anual ou bianual e que pode atingir de vinte a sessenta centímetros de altura. Possui folhas que medem de três a sete centímetros, espessas, repartidas em lobos de margens dentadas. As suas flores são grandes, em forma de cruz, de cor branca ou amarela e veias de cor violeta, agrupadas em inflorescências do tipo cacho. O cacho frutífero tem pedicelos curtos e espessos, síliqua curta e de formato cilíndrico. No interior dos frutos encontram-se sementes lisas e redondas.

Rúcula, permacultura e agricultura biológica

A Rúcula, é uma planta que pode ser usada tanto na permacultura e agricultura biológica, pois pode ser usada como planta melífera, tem o poder de atrair as abelhas e que por esse fato ajudar também à polinização das restantes culturas, o que se torna numa mais valia importante no aumento de produção de uma forma saudável. Também pode ser usada como complemento na apicultura, que pode muito bem ser uma produção integrada com as anteriores, concluindo pode aumentar as suas produções agrícolas por uma melhor polinização e aumentar o seu rendimento por acrescentar o mel aos produtos produzidos.

Rúcula, como plantar

A Rúcula, é uma planta que prefere climas entre o temperado ameno e o subtropical, com temperaturas médias entre os vinte a vinte e cinco graus Célsius. Cresce bem entre a meia sombra e a exposição solar plena e as suas necessidades de água são moderadas. Prefere solos com um tipo de textura argilo-arenosa, úmidos, ricos em nutrientes e matéria orgânica e com boa drenagem. A sua propagação se faz por semente e a distância entre plantas deve rondar os trinta centímetros, assim como nas entre linhas. A sua colheita começa depois de 40 a 50 dias da semeadura, devendo ser repetida a cada 20 dias, uma vez que dá vários cortes.

Rúcula, uso culinário

A Rúcula, é uma planta de paladar amargo, não do gosto de todos , mas apreciada por muitos. Crua pode ser utilizada no preparo de saladas e também como complemento às refeições.  pode servir também para o recheio de pizzas. Misturada como ingrediente, de tortas, lasanhas, sanduíches e bolinhos, pode marcar esses pratos com um pouco de seu sabor levemente amargo. A Rúcula serve também como acompanhamento de carnes de churrasco, tanto crua como salteada em azeite e alho, é particularmente usada na cozinha italiana e francesa e foram os italianos através da sua culinária que a difundiram pelo mundo.

Rucula, a planta

A Rucula, é uma planta que tem as suas origens no Sul da Europa e no Oeste da Ásia, muito popular atualmente em Itália. Os soldados romanos, na Antigüidade, foram os principais responsáveis por sua disseminação. Tanto que a planta chegou a nascer e crescer nos quintais das casas mais simples da região, nos dias de hoje a planta já não é uma presença tão habitual. A hortaliça, marcada por um gosto levemente amargo, pertence à mesma família da couve-flor, do repolho e do brocolis ou brocolo.
 

Rúcula, combater anemia

A Rúcula por ser rica em ferro, pode ajudar a combater a anemia, assim como, espinafres e feijão, são alimentos a ser incluídos na dieta de qualquer pessoa que tenha anemia, ou que tenha sofrido alguma hemorragia vão ajudar a repor os níveis de glóbulos vermelhos no sangue.
Na medicina popular, a Rúcula é usada para tratamento do escorbuto, doenças pulmonares, asma, tosse, falta de apetite e gases intestinais. O suco da planta com agrião pode ser empregado para a desintoxicação do organismo. A grande quantidade de fibras (cerca de 3,5 g a cada 100 g) ajuda no bom funcionamento intestinal.