Hena, história

A Hena, é uma planta utilizada desde os tempos imemoriais, quer fosse para tingir tecidos e peles, quer fosse para outros usos,  é utilizada também pelos povos muçulmanos e budistas em diversas cerimônias de matriz religiosa e se tornou em um costume que acabou por ser adotado também por algumas tribos de índios norte americanos. O nome comum da Hena provém do termo árabe “hinna”, mas tem também outros nomes populares henê, henna, mas que são afinal todos derivados da mesma palavra original.
 

Mirtilo, na Europa

O Mirtilo, foi introduzido primeiramente na Alemanha e na Holanda em 1930 e desde então se espalhou para a Romênia, Polônia, Itália, Hungria e outros países da Europa. Muitos produtores na França, Áustria, Itália e perceberam também que vale a pena cultivar Mirtilos e que o ganho de bem econômico pode ser obtido, segundo um pesquisador da indústria. Mesmo na Bélgica e na Noruega, alguns estudos muito promissores com métodos especiais de cultivo de mirtilo resultou em uma produção limitada comercial, que é muito bem sucedido …. Só no Reino Unido, Irlanda e Espanha, uma indústria de mirtilo está a desenvolver em todas as regiões onde o produção é possível devido às condições climáticas e edáficas.

Mirtilo, como plantar

O Mirtilo, é uma planta pouco exigente a nível climático, mas por ser uma planta de folha caduca, gosta de climas que tenham um período de Inverno, exige solos medianamente ácidos (pH entre 4,5 a 5,2), ricos em matéria orgânica e, normalmente, pode ser necessária a irrigação e a gota a gota é a mais recomendada, a irrigação é fundamental para evitar perdas após o plantio e para assegurar que a produção se mantém constante e de boa qualidade. Quanto aos  espaçamentos devem rondar  entre 1,20 a 1,50 metros entre plantas e 3 metros nas entre linhas (o espaçamento entre linhas dependerá da utilização de máquinas, conforme a largura dos equipamentos utilizados).

Manona ou Rícino, no mundo

A Mamona ou Rícino, é uma planta que difundiu pelo mundo, primeiro por ser altamente adaptável e semdo uma plante de folha caduca, ela está hoje em dia, adaptada a regiões tão diversas e tanto se desenvolve na Europa Central e Meridional como em em regiões de clima sub tropical e mesmo tropical, onde se desenvolve como uma planta de folha permanente (perene). A sua difusão deve-se fundamentalmente ao alto teor de óleo das sementes deste arbusto, pois, as sementes desta planta são compostas em cerca de noventa por cento por um ácido gordo conhecido como ácido ricinoléico ou simplesmente ‘óleo de rícino’.

Mamona ou Rícino, outros usos

A Mamona ou Rícino, é conhecida e utilizada desde à milénios, na forma de óleo de rícino, mas graças a pesquisas científicas com o objetivo de novas propriedades e utilizações, para a planta, ou o seu óleo mais precisamente, veio abrir o novo mundo de aplicações para o mesmo e para além da sua utilidade em produtos farmacêuticos e cosméticos, se veio a verificar que é também um ótimo lubrificante para turbinas a jato e para freios hidráulicos e ainda útil na produção de tintas, isolantes e corantes, esse fato incentivou seu cultivo em larga escala. E após a extração do seu óleo, o material sobrante, é considerado dos melhores adubos naturais que se conhece. É também usada como planta ornamental.

Mamona ou Rícino, descrição botânica

A Mamona ou Rícino, é uma planta de porte arbustivo e que pode chegar a atingir até aos quatro metros de altura. O seu ciclo varia de acordo com a região onde é cultivada, sendo uma planta originalmente de folha caduca, ela tende a ser de folha perene nos climas tropicais. O seu caule é ramificado, ereto e possui desde uma cor verde a marrom (castanha) avermelhada. As suas folhas são palmipedes (semelhantes a uma mão aberta), alterno espiraladas, longo pecioladas, planas ou sulcadas, com lobos vermelhos, com margens serrilhadas de forma não regular. As suas folhas são palmipedes (semelhantes a uma mão aberta), alterno espiraladas, longo pecioladas, planas ou sulcadas, com lobos vermelhos, com margens serrilhadas de forma não regular. As suas flores são unisexuadas e se desenvolvem em inflorescências terminais, onde as femininas se encontram na parte superior, logo por cima das flores masculinas. São pistiladas em sua parte superior e estaminadas na base. O seu fruto é do tipo cápsula, trilocular e deiscente. Suas sementes variam quanto ao tamanho, formato e cor.

Mamona ou Rícino, óleo de rícino

A Mamona ou Rícino, é uma planta que é utilizada desde longa data, pelo ‘famoso’ óleo que dela é extraído, o ‘Óleo de Rícino’, conhecido e usado para fins medicinais, durante séculos e que era tomado no seu estado puro, como purgante e como vermifugo. Atualmente, a ‘tortura’ a que eram sujeitas as crianças, já não faz sentido, visto que, se começaram a produzir, via indústria farmacêutica, alternativas, que não no estado puro para a sua utilização.
Quando digo ‘tortura’, estou apenas a lembrar dos muito relatos ouvidos, pois já tive a sorte não ter sido obrigado a tomá-lo, mas ainda há muitos ou muitas que bem se lembram, que a par com o ‘óleo de fígado de bacalhau’, era administrado às crianças até meados dos anos sessenta do século passado.

Almeirão, descrição botânica

O Almeirão, é uma planta de porte herbáceo, com a particularidade de produzir látex, tem um  ciclo anual e cuja altura pode chegar até cerca de cinqüenta centímetros. A sua raiz é comprida, forte e de forma cônica. As suas folhas são verdes, com uma superfície lisa e coberta de pêlos, de forma lanceolada, com bordos denteados e desenvolvem-se formando uma roseta próxima ao solo. As suas flores são azuis, agrupadas em inflorescências do tipo capítulo que surgem nas axilas das folhas. O fruto é do tipo aquênio.

Almeirão, uso culinário

O Almeirão, é uma planta, usada tradicionalmente na cozinha mediterrânea, pois é exatamente da Europa Mediterrânea que a planta é originária, em algumas regiões é conhecida como chicória ou chicória amarga, é um tipo de hortícola, com uma folha de sabor amargo, semelhante à acelga na aparência e sabor. São as regiões com forte influência da cozinha italiana onde a planta é mais consumida, tanto é utilizada um cru como cozinhada e pese embora não seja muito comum no mercado, também é consumida em saladas e refogados, é um ótimo acompanhante de comidas mais “pesadas”, como feijão, grão de bico, feijão ou rebentos de soja, lentilhas e assados.
por  ter um baixo teor  calorias, é comum utiliza-lo como ingrediente em dietas de emagrecimento.
 
 
 
 

Almeirão, como plantar

O Almeirão, é uma planta que se adapta melhor a um tipo de clima temperado e subtropical frio, não é uma planta que goste de muito sol, preferindo mesmo a sombra, mas com alguma luz, necessita de água em abundância. Os tipos de solos em que melhor se desenvolve são os solos ricos em matéria orgânica e neutros, com índice de pH próximo do 7. A sua propagação se faz por semente, com uma plantação que deve rondar o espaçamento de dez centímetros entre plantas e cerca de vinte e cinco nas entrelinhas.