Mirtilo, a planta

O Mirtilo, é uma planta com a sua origem em várias regiões de transição da Europa e da Ásia que e também é espontânea em bosques e em florestas temperadas na Europa, nomeadamente da bacia mediterrânea, as plantas são arbustos de pequeno porte e que devido às propriedades iniguláveis do seu fruto, fizeram com que muitos lhe chamem de ‘fruta da longevidade’. Também existem espécimes de mirtilo, em outras regiões do mundo como a América do Norte. A sua riqueza em elementos essências e em substâncias com um alto poder anti oxidante e que fazem com que seja preventiva de doenças degenerativas, o seu sabor único e sua cor característica, assim como a sua forma fazem com que seja um fruto distinto.
 
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Coca, a planta

A Coca, é uma planta originária dos Andes, onde os indígenas tinham o costume de mascar suas folhas para enfrentar as grandes altitudes e o frio da cordilheira, o seu nome científico é “Erythroxylum coca Lam. – Erythroxylaceae”. O arbusto da coca (o nome “coca” vem do termo quínchua “kuka”), é uma planta considerada sagrada pelos Incas e é era utilizada, com freqüência,  nas cerimônias religiosas e nos sacrifícios ao Deus Sol, pois os Incas ainda hoje acreditam que mascar as suas folhas os ‘aproxima’ dos deuses.
 
 
 

Feijão Azuki, a planta

O Feijão Azuki, de nome científico “Vigna angularis (Willd.) Ohwi & H. Ohashi – Fabaceae (Leguminosae)”, é uma planta que tem a sua origem na Ásia, o Feijão Azuki é amplamente consumido nos países orientais, especialmente na China e Japão, onde se acredita que seu cultivo tenha começado a partir do ano 1.000 AC. Ele é a base para pratos conhecidos da culinária japonesa, como o mochi, uma espécie de bolinho doce. O legume é, aliás, usado no preparo de pratos doces e não de salgados, diferentemente do Brasil, onde os campeões da culinária são o feijão carioquinha ou o preto
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Pera, a planta

A Pera ou mais propriamente a planta da qual nasce, a Pereira, é uma planta que tem as suas tanto no continente europeu com no continente asiático, mais a Ásia Central. Nos tempos da Grécia Antiga, a Pera era conhecida como a “fruta de Afrodite” e era um símbolo do amor. Os gregos acreditavam que a bebida preparada com peras tinha o poder despertando o apetite sexual e intensas paixões. No Brasil, são produzidas diversas variedades de pera, sendo mais cultivadas, a pera de água, a dura, a de anjou e a nacional.

Verbena, a planta

A Verbena, é uma planta que tem as suas origens nas Américas, tanto do Sul como do Norte. Não é certo quando a planta foi introduzida na Europa. O seu nome científico “Verbena officinalis L. – Verbenaceae”, em que “verbena” é oriundo de uma palavra romana para designar as plantas usadas em sacrifícios. Isso porque ela sempre foi ligada a magia e encantamentos. Isso porque ela sempre foi ligada a magia e encantamentos, quanto à palavra “officinalis”, tem a ver com o fato de ser usada no preparo de mesinhas ou medicamentos.

Grao de Bico, a planta

O Grão de bico, é originário da região Sudeste da Turquia, nas adjacências com a Síria, de onde foi levado para a Índia e países vários países da Europa.  O seu nome científico é “Cicer arietinum L. – Fabaceae (Leguminosae)” e no Nordeste de Portugal, os mais antigos chamam-lhe ‘chicharos’, que é uma palavra que atravessou os séculos e mantém a sua raiz do latim ‘Cicer’. As suas sementes são facilmente reconhecidas pela sua forma característica. Foi introduzido no Brasil por imigrantes espanhóis e do Oriente Médio. Foi introduzido no Brasil por imigrantes espanhóis e do Oriente Médio.

Bardana, a planta

A Bardana, é uma planta que tem a sua origem na Ásia, mais propriamente no Japão. O seu nome científico “Arctium lappa L. – Asteraceae (Compositae)”, em que “arctium”, é derivado do grego “arktos”, ou “urso”, em alusão à rusticidade e aspereza de seus frutos e a palavra “lappa”, que significa “agarrar” ou ainda pode derivar da palavra céltica “llap” que significa “mão”. É uma planta com uma enorme versatilidade e que pode ser usada tanto na alimentação, como na cosmética e na medicina.
É conhecida também por outros nomes populares, tais como, bardana maior, erva dos tinhosos, lapa, orelha de gigante e pegamassa.
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Hena, a planta

A Hena, é uma planta que teve as suas origens na Índia e no norte da África, hoje em dia ela é também cultivada em alguns países da América Central, no Egito, na Europa, na Indonésia (em Java), no Iraque,  na Nigéria e na Turquia. O seu uso se perde no tempo e era usada no Oriente já desde os tempos antigos, onde era conhecida não só pelos seus efeitos cosméticos, mas principalmente por suas propriedades terapêuticas, entre elas as ações antibiótica e protetora da pele.

Magnólia, a planta

A Magnólia, é uma planta em que o seu nome  deriva do botânico francês Pierre Magnol (1638-1715), que estudou muito essa planta no final do século 17, ficando também na base do seu nome científico “Magnolia officinalis Rehder & E. H. Wilson – Magnoliaceae”. É uma árvore que tem a sua origem na Ásia, mais especificamente da China. É uma espécie muito antiga, sendo que o formato de suas flores indica que esta árvore praticamente não se modificou por mais de 100 milhões de anos.
 
 

Mirra, a planta

A Mirra, é uma planta que tem a sua origem na África Oriental (Somália, Etiópia e Sudão) e Arábia do Sul, a mirra produz uma goma resinosa muito aromática e utilizada para fazer defumadouros. Na história da Bíblia, a mirra foi um dos presentes dados pelos Reis Magos ao menino Jesus, na sua longa viajem até Belém. Hoje em dia o seu óleo é empregado em perfumes florais e orientais e também na aroma-terapia, sendo indicada para estimular a compreensão, a estabilidade e a fertilidade.