Papoula marina

Uso médico :
Utilizado na medicina para aumentar a secreção da bílis em caso de falha, cálculos biliares e icterícia.
Também utilizada para tratar espasmos intestinais, espasmos brônquicos, cura doenças de fígado e também serve como antitússico.
Dada a toxidade dos componentes desta planta, não é adequado para aplicações e preparações caseiras.
A toxicidade é muito semelhante à papoula, produz uma sensação de euforia como se tivesse bebido muito álcool (bêbado).
Sintomas :
Provoca dores de estômago, náuseas, vómitos, sede, boca seca, problemas respiratórios, diminuição da pulsação. Nas intoxicações graves, provoca confusão mental, paralisação, hipotensão, paragem cardíaca ou até morte.
Se for consumido, convém dirigir-se ao hospital mais próximo para efectuar uma lavagem gástrica, colocar-lhe estimulantes respiratórios e respiração artificial.

Estragão, como plantar

O estragão é uma planta que cresce e desenvolve com relativa facilidade em solos com boa exposição solar e temperaturas moderadas. Desenvolve em terreno rico em húmus e gosta de rega regular.
Expande-se através da divisão das raízes e pode plantar-se em vasos ou floreiras perto de casa para uso na culinária. Uma ou duas plantas são suficientes, porque crescem rapidamente. Ao fim de 3 ou 4 anos, a planta atinge a sua maturação máxima e devem então ser substituídas por novas plantas.
 
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Agastache mexicana, como usar

A planta agastache mexicana, ou hissopo-mexicano, pode ser usado como erva aromática para a elaboração de pratos de carne, em molhos, saladas ou sopas. O sabor é idêntico ao do estragão, podendo usar-se na falta deste, sem que se identifique um sabor diferente.
É usada esta planta também para efeitos decorativos, pois é uma espécie muito bonita. Em jarras dentro de casa, é bastante resistente e as flores mantêm-se frescas durante muito tempo.
Pode ainda usar esta erva aromática como substituto do açúcar, adicionando algumas folhas ao seu chá. O sabor é agradável e tem benefícios importantes para o alívio de inflamações de garganta e constipações.

Açaí, História ou lenda?

O Açaí, tem sobre si uma ‘história’ ou uma lenda, que tem sido passada ao longo dos tempos, sem se saber bem quando, mas certo que se passou já há muitos séculos. Conta essa bela lenda que havia na região onde agora se encontra Belém do Pará, uma tribo que devido a um grande crescimento da população, a região não estava a conseguir produzir alimentos para todos.
Como a tribo não parava de crescer, o cacique Itaki reuniu o seu povo, para os alertar do perigo de fome que corriam se a tribo continuasse a crescer. Tomaram a decisão, numa reunião composta por anciãos, guerreiros e curandeiros, que nascidos após esse conselho, seriam sacrificados, para que a tribo não crescesse mais.
Conta-se, que tal anúncio só por si teve um impacto imediato e muitas luas se passaram, sem que nenhum nascimento tivesse acontecido. No entanto, Iaçá, filha do cacique Itaki, gerou uma linda menina, mas logo o Conselho Tribal se reuniu e pediu a Itaki que desse seguimento ao que havia sido determinado e procedesse ao sacrifício  de sua neta, filha de Iaçá. E o sacrifício se realizou.
Iaçá se fechou em sua tenda e durante dois dias de joelhos, rezgando à deusa “Tupã”, que indicasse a seu pai uma forma para que tal sacrifício não tivesse necessidade de acontecer. Uma certa noite,  Iaçá ouviu uma criança chorando, saiu da sua tenda e viu sua adorada e sacrificada filha sorrindo junto a uma bela palmeira. De início não teve reação, mas o instinto de mãe foi mais forte e lançou-se a correr ao encontro da sua filha, abraçando-se a ela, mas deparou-se com a palmeira e a criança sumiu.
Iaçá, em desespero, não parou de chorar que acabou por adormecer chorando. Com o nascer de um novo dia, Iaçá foi encontrada morta, abraçada a uma palmeira. Mas mesmo tendo perdido sua filha e estando ela também morta, na sua face se via sorriso de satisfação e de uma forma estranha, os seus olhos, estavam fixados no alto de uma palmeira.
Itaki levantou os seus olhos e viu que essa tal planta continha vários cachos de umas frutas pretas e pequenas, logo deu ordem para que fossem buscá-las e com elas fizerem um suco que deixaram fermentar e se transformou no “vinho de Açaí“, anagrama de Iaçá… Foi o inicio de uma nova era, o Açaí se tornou um novo para o seu povo e dessa memória fica uma bela lenda.

Aloysia triphylla (Lúcia-lima), como usar

As folhas desta planta são muito usadas em Espanha e França para fazer chá . Os óleos essenciais da lúcia lima são também muito usados na perfumaria e no fabrico de cosméticos.
Na medicina alternativa o chá das folhas desta planta, são muito usados para aliviar dores de estômago e favorecem a digestão. As folhas, em banho de imersão libertam uma fragância que tem efeito calmante.
A planta, cultivada em vasos ou floreira, exala um aroma muito agradável e fresco a limão.
 

Manjerona, uso culinário

A Manjerona, como quase todas as plantas ou ervas aromáticas, que se utilizam nas diversas gastronomias dos países da bacia de Mar Mediterrâneo, pode ser e é utilizada para os mais diversos pratos, depende mais do quanto se gosta do seu aroma, de que da ‘rigidez’ de qualquer receita, ela é usada tanto para saladas, massas, molhos, recheio de pastéis, recheios de frango, embutidos, carnes no geral, omeletes, tomates, pepinos, feijões e pizzas, batatas cozidas e iogurte, peito de frango, sopas, sorvetes e até para aromatizar balas (rebuçados).
 
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Verbena, uso culinário

A Verbena, não é uma planta que seja usada com muita regularidade na culinária, mas existe em algumas regiões o seu uso, tanto para aromatizar cafés e chás com ervas amargas, como também para preparar um licor chamado pelo mesmo nome que a planta, ou seja Licor de Verbena. Fora isso não são conhecidos outros usos, mas, no entanto, não sendo um uso propriamente culinário, há quem goste de tomar um chá de Verbena depois das refeições, pois vai ajudar na digestão e há quem o use para combater a celulite.

Verbena, como plantar

A Verbena, é uma planta de clima tropical e subtropical. Gosta de muita exposição solar e as suas necessidades de água são moderadas. O tipo de solo que prefere é o solo de textura argilo-arenosa, rico em nutrientes e matéria orgânica, úmido e próximo ao neutro, com pH entre 6,0-7,0. A sua propagação se faz, no início da primavera,  por sementes , estaquia de ramos novos e divisão de raízes.  Os espaçamento devem ser de cerca de quarenta centímetros entre plantas e de sessenta a oitenta nas entre linhas.

Bardana, contra indicações e efeitos secundários

A Bardana, apesar de todas as suas enormes qualidades terapêuticas, tem, como em muitos casos, alguns cuidados que devemos observar, e pode haver algumas pessoas que tenham um certo nível de alergia aos agentes da planta e nesse caso ela pode causar irritação na pele, mas os casos não são de todo comuns, para além disso tem outros efeitos secundários ou colaterais e pode causar convulsões, parada respiratória e irritação nos olhos, mas não tenho informação de qual a freqüência com que podem acontecer.
É contra indicado em crianças e pessoas com diarréia ou feridas abertas.

Manjerona, como plantar

A Manjerona, e uma planta que se adapta, desde os climas temperados amenos até aos climas tropicais, gosta de muita exposição solar e gosta de água com moderação. Prefere solos com textura areno-argilosa, ricos em nutrientes e matéria orgânica e muito próximos do neutro, com pH 6,7-7,0. A sua propagação tanto pode ser feita por sementes, divisão das touceiras e por estacas de ramos jovens. Quanto aos espaçamentos, eles devem rondar os trinta centímetros entre plantas e cerca de sessenta centímetros nas entre linhas.